Look canarinho, dá?

Não sei porque brasileiro tem tanto preconceito com look canarinho… enquanto os gringos se deliciam com as havaianas com a bandeira brasileira, com produções nessas cores que lembrem e de alguma forma celebrem o Brasil, assim como o país deles.

Michelle Obama no Brasil

Michele Obama de Marc Jacobs

A descolada Michelle Obama

Mas no Brasil misturar verde e amarelo jamais, só em tempo de copa do mundo ou no exterior, e olha lá…
Aí montei meio esses dias, meio que sem querer, uma produção verde e amarela numa vitrine- tudo bem que o verde tá mais pro piscina- mas mesmo assim fiquei feliz com o resultado e pensei: puxa vida, porque não?

Look que montei na vitrine

Aproveita a tendência color block e arrasa na brasilidade!

PS I made this

Fuçando por aí, mais especificamente no blog da Bia Perotti, descobri o site psimadethis.com


Numa época em o faça você mesmo está sendo tão valorizado e a conscientização da valorização do trabalho manual como costuras e bordados -sem falar nas tendências de Verão que valorizam tudo o que tem cara de artesanal- estão sendo felizmente tão bem-vistas, completamente avesso às questões de mão-de-obra “escrava” na China e até mesmo em recentes notícias de fábricas que produzem pra marcas conhecidas no Brasil, esse blog vem pra trazer dicas super bacanas nesse sentido.


Bacana pra até mesmo fazer uma pausa pra se pensar e valorizar o que é ou pode ser produzido/construído por você mesmo, ou pra se pensar -como já fiz num curso de sustentabilidade na Ecotece- por quantas pessoas e mesmo quantos processos aquele determinado produto passou até chegar a você.


A proposta/slogan do site é:

P.S.- I made this…
is a movement.

It’s a call to action to
reimagine, reuse & reinvent.

I see it. I like it. I make it.

Pense!

Analogias: Roque Santeiro x tendência de moda

Viúva Porcina


Pra retomar o blog dando boas risadas, e falando mais do universo que pesquiso hoje, vamos a uma deliciosa “analogia” do mundo da moda.
Entre as tendências “must have” do próximo Verão, a “carregação” de pulseiras vista em fashionistas, me fez lembrar o figurino de alguns queridos personagens.


Quando criança- e ainda hoje- meu pai me chamava de “Porcina”, pois era enlouquecida por pulseiras, usava muitas e muitas desde muito pequena. Procurei fotos e posto mais pra frente…
Sinhozinho Malta, da mesma novela Roque Santeiro que teve estréia em 1985, também merece a lembrança. Tinha um trejeito que virou um bordão, onde ele sacudia o braço com pulseira e relógio, dando um som que lembrava o chocalho de uma cobra cascavel. Ele gostava de uma pulseira! Sinhozinho fazia par com a viúva Porcina que também carregava nas pulseiras e no look exagerado.
O melhor é que na descrição da novela há detalhes, como “Porcina e Sinhozinho combinavam ainda no jeito de se vestir. Cada um com seu estilo. Ela, de forma extravagante: drapeados, babados, decotes profundos, cores fortes, óculos berrantes, turbante, brilho de dia e de noite. Ele, muito cafona: o braço cheio de pulseiras, relógio e colares de ouro, chapéus inspirados no seriado americano Dallas, colarinhos com biqueiras de metal prateado e perucas.”

Sinhozinho Malta


Mas existiam ainda outras “it girls” dos anos 80 : Madonna (para adultos) e Xuxa (para baixinhos) que obviamente lançavam muita tendência.

Madonna

Xuxa

Xuxa na capa da Manchete


E o melhor da moda é que o “cafona is back”, como sempre. Tudo visto de um novo olhar, que cria desejo mesmo sendo uma moda já tanto vista.
Drapeados, babados, cores fortes (agora color block), óculos berrantes, turbante, brilho de dia e de noite, e muitas pulseiras nunca estiveram tão em alta!!!
Curta a Porcina e o Sinhozinho Malta que existem em você! A moda é feita pra nos divertirmos e não pra levarmos tão a sério…

The Man Repeller


The Man Repeller


Sarah Jessica Parker




Galisteu, que sempre usou


Bianca Brandolini

“Don’t go around like a robot…with camera. Taking pictures but no brains.”


Adorei a frase, tudo no blog do fotógrafo Terry Richardson´s:
http://www.terrysdiary.com/

BE STUPID


Fotos: Kristin Vicari, Melodie McDaniel e Chris Buck

A última campanha da Diesel é um trabalho inovador e extremamente divertido, onde a atitude é o primordial, não a roupa.
A campanha exalta a liberdade de podermos ser estúpidos, ou seja, não pensar em termos que que agir racionalmente o tempo todo, pois inibir esses momentos -de estupidez- é inibir a criatividade e liberdade de expressão.
Liberdade de expressão, desde que, sempre respeitando o outro, é bem-vinda!
Use o “be stupid” para uma vida mais divertida, mas não esqueça que as suas atitudes geram consequências e saiba quais são elas.

Às vezes você se sente assim?

Autor desconhecido, por favor identifique-se!

P.S:
Infelizmente não sei a quem pertence a autoria dessa imagem, tenho há muito tempo.

Será que vai existir, ou já existe e não sei, uma ferramente do google pra identificar a autoria de uma imagem, você carrega a imagem que possui e ele encontra o autor? Podia neh?
Andei pensando a respeito de autoria, já pensei muito mas me voltou a idéia.

Nem sempre sabemos a quem a imagem pertence, procuro postar sempre o autor ou o site de onde peguei a imagem, percebi que algumas por preguiça de procurar não estão com as devidas legendas, providenciarei, mas algumas simplesmente não faço idéia de quem seja, então deveria não postar essas?

Penso que o mais importante na “rede” é compartilhar, a autoria nesse momento é quase impossível. Quantos artistas não se apropriam de imagens alheias, ou mesmo referências, pra criar as próprias?

Desapegar é preciso, acho fantástica essa reciclagem de imagens, pra que produzir mais fotos, se há tantas?

Que o diga Vik Muniz, que como já postado nesse blog usa imagens de outros grandes artistas pra criar as suas, ou mesmo Rosangela Rennó que na obra Imemorial (1994) usa fotografias preexistentes, através de ampliações de fotos 3X4 de operários mortos na construção de Brasília.

Acredito nesse caminho como legítimo para o desenvolvimento de outras obras.

E prefiro compartilhar, obviamente tentando sempre citar o autor do trabalho, caso não tenha continuarei postando e solicitando aos autores desconhecidos que: identifiquem-se! Há outro jeito?

Be happy anywhere…

Mania nossa de achar que naquele lugar a vida seria diferente, que naquela cidade seríamos felizes…
Mania nossa de não entender que ser feliz todos os dias é um exercício diário, que exige sim esforço e que temos que assumir que nem todo dia a gente quer realmente ser feliz…haja energia pra isso!
Ser feliz começa dentro da gente e contagia, oh se contagia..
Quem não quer ficar perto daquela pessoa alto astral, que sempre tem uma coisa gostosa pra falar e dividir? Tudo bem que bom humor demais também irrita, mas faz a gente se ver no outro, se ver como poderia e deve ser…
Muitas vezes acho que a felicidade está em morar na praia com vista pro mar, naquele casaco novo ou velho (vulgo brechó) ou naquela pessoa…
Pq se concentrar em ter ao invés de se concentrar em ser?
Vou largar essa mania, dia-a-dia, aos poucos, sem pressa…
É preciso entender, como “grampeio” aqui do blog da Rita Wainer ( que vale ser visto):
“é bom ver as coisas tomando as devidas proporções de coisas. coisas são apenas coisas.”
E viva qualquer lugar, pq o lugar da gente é a gente mesmo que faz…

Ilustração de Rita Wainer

Ilustração de Rita Wainer

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