Vik Muniz

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Ontem fui ver no MASP a maior exposição até hoje realizada sobre
o artista visual brasileiro que reside nos EUA: Vik Muniz. Já conhecia alguns trabalhos do artista, mas confesso que as imagens fotográficas vistas em grande escala são muito mais interessantes.
Segundo Patricia Canetti,artista e criadora do Canal Contemporâneo, “os artigos sobre Vik sempre contam que ele copiava telas dos grandes mestres para se sustentar antes da carreira artística. Juntando esta demanda existente à nossa eterna fome artística em desvelar as obras que nos marcam, Vik dedica sua carreira a esta obsessão de copiar e retrabalhar as grandes obras e, ao fazer isto, inventa para si um espaço até hoje restrito às “performing arts”: a re-encenação dos clássicos. Como um diretor, ele escolhe e dirije os atores e os técnicos necessários para que sua produção atinja os resultados desejados.”
Vik contrói imagens utilizando-se de diferentes ferramentas: linhas, algodão, pasta de amendoim,açúcar, diamantes, lixo…
E o mais bacana a respeito disso é ver os trabalhos em grande escala produzidos com lixo, como uma forma de resignificar materiais, usando o que seria descartado como uma possibilidade artística.
Segundo o artista, a interatividade é muito importante em seu trabalho.
Em suas obras, quando vemos a distância percebemos uma imagem já conhecida, quando nos aproximamos percebemos os materiais que a constituem, trazendo outras reflexões a respeito.
Achei que veria alguma imagem “original”, algum trabalho que não fosse uma fotografia da obra, mas aí que está a grande questão, as obras são as imagens fotográficas de suas produções.
Talvez pela escala dos trabalhos, talvez pela perecibilidade dos materiais, ou mesmo por uma questão do artista.
Vik fala ter descoberto posteriormente seu gosto pela fotografia quando percebeu que fotografar seu trabalho parecia mais interessante do que o processo de produzi-lo.
Seu trabalho ainda levanta questões há muito tempo já discutidas por Walter Benjamin, mas que parecem mais atuais do que nunca, a respeito da reprodutibilidade técnica, ao reproduzir imagens conhecidas:
“A concepção de grandes obras se modificou simultaneamente com o aperfeiçoamento das técnicas de reprodução.”

Para saber mais:
http://www.vikmuniz.net/www/index.html

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9 pensamentos sobre “Vik Muniz

  1. sou de Fortaleza e agora em maio tem uma exposição dele, ja fui mas nao pude tirar fotos pra um trabalho, mas no seu blog pude pegar fotos e fazer meu trabalho sobre historia da arte… valeu…

  2. quando vi abertura da novela passione,vi que se tratava de uma obra de arte muito bem trababalha, nossa qem é esse gênio, passou alguns dias e logo vi no vídeo show sua entrevista, quero dizer meu caro que suas obras são indescrível nunca tinha visto nada igual, gostaria muito de poder ter uma obra sua na minha sala ou quem sabe no quarto.

  3. muito massaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    muito lokoooooooooooooooooooooooooo”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!11
    muito doidoooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!
    muito dezzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    muito feraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    muito sem nocaooooooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    muito vick munizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    usahuhsauhasuhasuhsauhsuhsauhsauhasuhasuhasuhuhsauhuashuhsatdrgdg

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